Kalocsa

Hello travellers!

So, after more than 1 year, I come back to the stretch Budapest-Bucharest for 15 days. Today was the day to visit Kalocsa, still in Hungary; and Puszta, what they call as farm, where the Hungarian cowboys take care of the horses.

The city of Kalocsa, 2 hours and a half from Budapest, has only over 17 thousand inhabitants and it’s one of the oldest cities in Hungary. Here was one of the two bishopric seats founded by King Stephen, in 1009, from 10 dioceses of the country, along with Esztergom. In this city, we can find also the Paprika Museum, the famous pepper, similar to the chili, but with different spicy intensities to give a special flavor to our cooking recipes.

In Puszta, I had the chance to get a carriage ride, start a friendship with the donkeys and even get to know a dog breed called Hungarian shepherd. 

Enjoy your journeys,

Beatrice

Olá viajantes!

Após um ano, volto ao estreito Budapeste-Bucareste por quinze dias. Hoje foi dia de visitar Kalocsa, ainda na Hungria; e Puszta, a chamada quinta húngara onde os cowboys húngaros tomam conta do gado e de cavalos.

A cidade de Kalocsa, a apenas a 2h e meia de Budapeste, tem apenas mais de 17 mil habitantes e é uma das cidades mais antigas da Hungria. Foi um dos dois bispados, fundada pelo rei Stephen em 1009 a partir de 10 dioceses do país, juntamente com Esztergom. Nesta cidade encontra-se também o museu da famosa Paprika, pimento semelhante a uma malagueta de diferentes intensidades de picante e usualmente utilizada em formato de pó, para acondimentar receitas.

Em Puszta, tive a oportunidade de dar uma volta de carruagem, travar amizade com os burritos e ainda conhecer uma raça de cão chamada pastor-húngaro.

Boas aventuras,

Beatrice

Back to Budapest

Okay! Vacation is over, but let me tell you how amazing this week was in Budapest. Three trains and six more hours, I was back again to Keleti, just in time to meet Zsofi for a dinner with girls’ talk. Readily we move to the Buda side of the city, where a concert in A38 was waiting for us at 8pm.Here, the nightlife starts early. The opposite from Portugal so. The band was Indie Maffia, a Hungarian group with Jamaica sounds. I leave here one of their video clips, with some images from Budapest, for you to fall in love with it, a little bit more.

Next day, and after a lazy morning, we did our own brunch with local products that we found in the market and left home to take a walk after the Portuguese visits arrive at the city.

We had a proper presentation to the Jewish neighborhood, which is so interesting during the day as during the night and I can say that either at the dawn or at the dusk, you can find different details. Which bar here open, has its own character and all together make this zone very charismatic. 


We went to the sidewalk along the river and from there took a tram to the Buda side. Here the tickets can be purchased next to the metro stations and can be used for all public transports: metro, buses, and trams; and cost 350 forints, around 1,10 euros.

Zsofi took us to Kopaszi Gát, or as we can say, Kopaszi bay, close to Rakoczi bridge. A magnificent sunset was already waiting for us here, in a park that inspires tranquility.

After the sun comes down, we decided to come walking back home. It is about 30 minutes, but Budapest is so flat that it was worth it. And there’s no better way to know a city! On our way, we found divine university buildings or just regular apartments. The architecture of this capital city is without doubts, one of the reasons why I like so much to come here, that leaves me all the time fascinated and with my mouth open.

In front of Elizabeth bridge we found Hotel Gellert and it’s thermal bath. This is the oldest in the city, even though the most famous one is Szechényi.

I also found on the way, a graffiti on the floor saying “I bike Budapest”. Even though I haven’t ridden any, Budapest is one of the best European cities to ride a bike, especially on Pest side, the flat side of the city. I bike Budapest is a specialized company that does tours or just rent bikes around Budapest.

Stay tuned for the next days.

Enjoy your journeys,
Beatrice.


Okay! As férias já acabaram mas deixem-me que vos conte como foi esta fantástica semana em Budapeste. Três comboios e seis horas mais, voltei a Keleti, mesmo a tempo de encontrar a Zsofi para um jantar acompanhado de “girls’ talk”. Prontamente seguimos para o lado Buda da cidade, onde um concerto no A38 nos esperava às 20h. Aqui oseventos nocturnos começam cedo. O oposto de Portugal portanto. A banda, chamada Indie Maffia, é um grupo húngaro com sonoridades da Jamaica. Deixo-vos um videoclip, com imagens de Budapeste para se apaixonarem um pouco mais pela cidade.

No dia seguinte e depois de uma manhã de preguiça, fizemos o nosso próprio brunch (breakfast+lunch) com produtos que comprámos no mercado e saímos para passear um pouco, após visitas portuguesas terem chegado à cidade.

Tivemos uma devida apresentação ao bairro judaico, que é tão interessante de dia quanto de noite e posso dizer que tanto ao amanhacer como ao anoitecer, se encontra pormenores diferentes. Cada bar aqui aberto, tem o seu próprio carácter e todos juntos, tornam esta zona muito carismática.

Fomos ao encontro do rio e daí partimos para o lado Buda da cidade, num eléctrico. Aqui os bilhetes podem ser adquiridos próximos das estações de metro e servem para todos os transportes: metro, autocarros e eléctricos; e custam 350 forins, aproximadamente 1,10 euros.

A Zsofi levou-nos até Kopaszi Gát, ou como quem diz, a baía de Kopaszi, perto da ponte Rakoczi. Aqui, um magnífico pôr do sol já nos esperava num parque que inspira tranquilidade.

Quando o sol se pôs, decidimos caminhar de volta a casa. São cerca de 30 minutos a pé, mas Budapeste é tão plana que não custou nada. E não há melhor maneira de se conhecer uma cidade! Pelo caminho encontrámos edifícios de universidades ou apenas apartamentos divinais. A arquitectura desta capital é sem dúvida uma das razões pelas quais tanto gosto de cá vir, que me deixa sempre fascinada e boquiaberta.

Frente à ponte Elizabete encontrámos o Hotel Gellert e o seu respectivo banho termal. Este é o mais antigo da cidade, embora o mais famoso seja o de Szechényi.

Pelo caminho, também encontrei um graffiti no chão que dizia “I bike Budapest”. Apesar de não ter pedalado, Budapest é uma das melhores cidades Europeias para andar de bicicleta, especialmente o lado Peste, que é mais plano. I bike Budapest é uma empresa especializada de tours pela cidade ou apenas aluguer de bicicletas.

Fiquem atentos aos próximos dias.

Boas aventuras,

Beatrice.

Port: Budapest

Budapest is the last stop of the guests who are with us for only a week on the Danube, one more stop for those who continue the cruise and the first stop of who comes for a 15-day trip to Amsterdam. We leave the Balkans and enter in central Europe.

Buda with its therapeutic side and the best spa I have ever visited until today is separated by the Danube River, from Pest side, where the historic city center is.

I’d been already here in 2011, visiting a friend who was in Erasmus and I’ve to confess, is one of my favorite European cities.

This visit was anything but tourist and I ended up having a tour guide, not local, but that already had explored the city a few months in advance.

In Budapest, there is a mix of alternative and traditional. The architecture draws attention to anyone and our chins will be up every time we cross the streets while marveling at all the details of the buildings around. My winner is the Parliament, which leaves me flabbergasted, every time I stop here.

6. parlamento

The alternative side of the city belongs to the bars, cafes, restaurants and shops, each one more original than the last. Bicycles to decorate the ceilings, bathtubs serving banks, vans that are tables for dinner… the imagination never ends. In future reports, I will share more photos of the visits I made to few spaces.

I always like to visit one or two food & beverage place. It’s not necessary to be touristic but needs to show me something typical of the city, both for its design and decoration or for its specialties. Unfortunately, the only thing I ate typically Hungarian were some sausages, very similar to our “sausages with cabbage Lombarda“, but let me tell you that, no one comes out from Hungary without experiencing Palinka. Pay attention: is strong!

After Palinka, don’t be fooled in the accountancy, because 1 euro is 318 forints and even without alcohol the conversion is not easy to do.

In Budapest, I must meet Zsofi, a Hungarian friend who I met in Lisbon while working in a hostel. She shows me always something different from this city whenever I come here and it’s so nice to be with her.

Usually, when I come to Budapest, I use the tram as public transport, but this city is too flat to waste a good walk.

Do not miss: the illumination of monuments at night. The view from the castle is wonderful! From the boat, I have this fantastic view!

Enjoy your journeys,

Beatrice.


Budapeste é a última paragem dos hóspedes que nos acompanham por uma semana no Danúbio, mais uma paragem para quem continua o cruzeiro e a primeira de quem começa uma viagem de 15 dias até Amsterdão. Saímos dos países Balcãs e entramos na Europa central.

Buda com seu lado terapêutico e as melhores termas que já visitei até hoje, é separada pelo rio Danúbio do lado Peste, onde se encontra o centro histórico da cidade.

Já aqui tinha estado em 2011, em visita a uma amiga que fazia Erasmus e confesso ser uma das minhas cidades europeias preferidas.

Essa visita foi tudo menos turística e acabei por ter uma guia, não local, mas que já tinha explorado a cidade com alguns meses de avanço.

Em Budapeste há uma mistura entre o alternativo e o tradicional. A arquitectura chama a atenção a qualquer um e as cabeças vão andar sempre erguidas, enquanto maravilhadas com todos os pormenores das construções ao redor. O meu vencedor é o Parlamento, que me deixa de queixo caído, todas as vezes que aqui paro.

O lado alternativo da cidade pertence aos bares, cafés, restaurantes e lojas, cada um mais original que o anterior. Bicicletas a decorar os tectos, banheiras que servem de bancos, carrinhas que são mesas para jantar…a imaginação é muita. Em relatos futuros, partilharei mais fotografias das visitas que fiz a alguns espaços.

Gosto sempre de visitar um ou outro local de restauração. Não precisa de ser turístico, mas sim um que me mostre algo típico da cidade, seja pelo seu design e decoração, ou pelas suas especialidades. Infelizmente, a única coisa tipicamente húngara que comi foram umas salsichas, muito semelhantes às nossas “salsichas com couve lombarda”, mas tenho-vos a dizer que ninguém sai da Hungria sem experimentar Palinka. Atenção, é forte!

Depois da Palinka, não se deixem enganar nas contas, que 1 euro equivale a 318 forins e já sem álcool as contas não são fáceis de se fazer.

Em Budapeste faço questão de me encontrar com a Zsofi, uma amiga húngara que conheci em Lisboa, enquanto trabalhava num hostel. A Zsofi dá-me a conhecer algo diferente desta cidade, sempre que cá venho e é tão agradável estar com ela.

Normalmente, quando venho a Budapeste, uso os eléctricos como meio de transporte, mas esta é uma cidade demasiado plana para se desperdiçar um passeio a pé.

A não perder: a iluminação dos monumentos à noite. A vista do Castelo é maravilhosa! Do barco, tenho esta vista fantástica!