New chapter I

Hello new followers, old friends, hello everyone!

Most of you must be wondering where am I now, what happen to all those adventures I was living or even if I’m okay. Let me answer all those questions, but yes, I’m okay :)

So starting from: “what happen to all those adventures I was living?”, they are definitely not finished. Just changed the way I’m leaving them.

As you might know, I’m passionate about people, cultures, and places and for me traveling is about making connections, understand the roots, absorb what surround us and learn from it. Travel to Krakow and not going through the experience of Auschwitz, not drinking Zubrowka like a Polish or at least try Pierogi and the delicious Zurek soup, is like you haven’t been there. Those are the kind of experiences that will stay in your memory forever.

Last 2 years, cruises had brought me a lot of knowledge and experience. I learned a lot, traveled a lot and met so many people, keeping a connection with most of my colleagues and some really special guests who changed my trips, the same way I’m sure I changed them.

But working on cruises also got me wondering: what do I want to do in my career?; what are my aspirations in life?.

Working on ships has its pros and cons, and it’s definitely not for everybody. There are no days off, just hours, where you try your best to visit everything you can during that short period of time, where your clock is ticking. The good news is: you will be back there, especially on river cruises, where you stop in the same places every week.

Obviously, the first time you find yourself in a new place is a constant rush, where you feel like you want more and you haven’t seen enough, but after a while, you start treating the cities by you, like I found myself knowing Budapest so well as I know my hometown, Lisbon. We all have our favorite destinations.

But there is no much difference between personal time and working time. You work in the place you live and you party in the place you work. It might sound fun, but for how long can you do it? And how is that really taking care of yourself? You find yourself booking your vacation to go home and (finally, meet your family) take time for you, because you needed.

I didn’t want more of this to myself. My body had suffered enough with loadings, nights with just a few hours of sleep and long working hours, for something that was not giving me pleasure anymore, I was definitely not close from my professional goals and travel had become a second plan. It was not working the way I believe it should be.

Had to find another solution…

(To be continued)

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Olá novos seguidores, velhos amigos, olá a todos!

Muitos de vocês deverão estar a perguntar onde me encontro agora, o que aconteceu a todas aquelas aventuras que estava a viver e se estou bem. Deixem-me responder a todas essas perguntas, mas sim, estou bem :)

Começando por: “o que aconteceu a todas aquelas aventuras que estava a viver?”, definitivamente não acabaram. Só alterei a maneira como as quero continuar a viver.

Como devem saber, sou apaixonada por pessoas, culturas, lugares e viajar para mim é fazer contactos, perceber as raízes, absorver o que nos rodeia e aprender disso. Viajar a Cracóvia e não passar pela experiência  de ir a Auschwitz, não beber Zubrowka como um Polaco ou pelo menos experimentar Pierogis e a deliciosa sopa Zurek, é como se nunca estivessem estado lá. Estas são os tipos de experiências que ficarão nas nossas memórias para sempre.

Nos últimos dois anos, os cruzeiros trouxeram-me muito conhecimento e experiência. Aprendi muito, viajei imenso e conheci tanta gente, com a qual mantenho o contacto agora, colegas e hóspedes que mudaram as minhas viagens, da mesma maneira, estou certa, que eu mudei a deles.

Mas trabalhar em cruzeiros também me pôs a pensar: o que é que eu quero fazer da minha carreira?; quais são os meus objectivos de vida?.

Trabalhar em cruzeiros tem os seus prós e contras, e definitivamente não é para toda a gente. Não há dias de folga, só horas, onde tentamos o nosso melhor para visitar tudo o que pudermos durante aquele curto período de tempo, onde o relógio está sempre a tiquetar. As boas notícias são: voltaremos ali, principalmente nos cruzeiros de rio, onde paramos todas as semanas nos mesmos sítios.

Obviamente, a primeira vez que nos encontramos num sítio novo é uma constante correria, onde queremos sempre mais e parece que nunca vimos o suficiente, mas passado um tempo, começamos a tratar as cidades por tu, como eu me encontrei a conhecer Budapeste tão bem quanto conheço a minha cidade natal, Lisboa. Todos nós temos os nossos destinos preferidos.

Mas não há muita diferença entre tempo pessoal e tempo laboral. Trabalhamos no sítio onde vivemos e festejamos no sítio onde trabalhamos. Pode soar agradável, mas por quanto tempo serias capaz de o fazer? E como é isso tratares de ti? Encontras-te a marcar férias para regressar a casa e (finalmente rever a família) tirares tempo para ti, porque precisas relaxar.

Eu não queria mais disto para mim. O meu corpo sofreu o suficiente com carregamentos, noites com poucas horas de sono e longas horas de trabalho, para algo que já não me estava a dar prazer mais, onde não estava nem perto dos meus objectivos profissionais e onde viajar tinha passado para segundo plano. Não estava a resultar da maneira que deveria.

Tinha que encontrar outra solução.

(A continuar)

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