Exploring

From wherever I will depart and wherever I will go, if there’s something that I cannot leave behind is how much I hate goodbyes. I hate them! Somehow, they always leave me nostalgic, with saudade, with an empty space, with the feeling that something was left to say or do and that I have to be back. But to travel is all about that, is discovering and get to know, is exploring, is to give and to receive.

“Traveling is one of the few things where you can spend money that it will make you richer”.

Sharing a little bit with you how I feel every time I travel, but I don’t want to give too much emphasis to that, today I’m back to the rush of the airport. The excitement and anxiety of flying and landing. I’m not a big fan of airplanes, even less from scales, but it was like that that I got to meet some of the airports more comfortable (and uncomfortable) in Europe (from Europe because adventures beyond the Atlantic Ocean are waiting for the right time to happen). I step into countries I don’t know more than the boarding doors. But the organization of an airport can tell us a lot about the presentation and culture of this city/country.

One of my favorites is also one of the biggest I know, the airport of Munich. Clean, organized and super informative, has also free journals and cappuccinos for the ones who have several hours of waiting in front of them. The journals are mostly in German, but anyway is in Germany that the airport is located.

Brussels airport has also surprised me with playstations from PlayStation (yes, this redundancy) for the less patient ones or the ones who don’t know anymore how to entertain the little ones.

Lisbon’s airport (of course I have to talk about this one) is not coming behind the two mentioned before. For the ones traveling with metro until there, you will find in the airport station, cartoons from important people giving the welcoming wave.

For TAP travelers, for example, please note that you deserve a magazine and a journal to take aboard when you present your boarding pass at their station. I can’t confirm with you that the same is happening with other companies since this one is the one I use quite often.

I already had some, not so nice, situations with TAP, but who didn’t even with other flight companies? However, one of the things that I really appreciate in TAP is the use of Portuguese products: the Mimosa butter or the Compal juice are some of that examples.

When I landed, I already had the taxi that my colleagues called, waiting for me. In Budapest is like in any other big city, is a must to be careful about scams. The company taxi4 is one that was recommended to use, as a reliable one. Another alternative, low cost, is the airport shuttle. The only disadvantage could be that you could have to wait a little bit for another pick-up that they might have, spending extra time in the airport.

There was a little communication barrier since the taxi driver was only speaking Hungarian. In the first instants of the ride, we stayed in silence, but that was bothering me…after all, we still had about 30 minutes ahead. I asked if there was no music, what he replied with a smile, putting a cd playing and choosing the best track to please me. At last, he stopped in Locomotion, trying to figure out what was going to be my reaction. I smiled and thumbs up. Is there any better way to communicate than this one? My friend NBC said:

“If music unites us, nothing separate us.”

photo-10-11-16-22-31-11


De onde quer que eu parta e para onde quer que vá, se há coisa que não posso deixar de mostrar desagrado são as despedidas. Odeio despedidas! Deixam-me sempre nostálgica, com saudade, com um vazio, uma sensação que algo ficou por dizer ou fazer e de que tenho que voltar. Mas viajar é mesmo assim, é descobrir e conhecer, é explorar, é dar e receber.

“Viajar é uma das coisas onde gastarás dinheiro, que te tornará mais rico.”

Partilhando um pouco como me sinto sempre que viajo, mas não querendo dar grande ênfase a tal, hoje voltei à azáfama do aeroporto. À agitação e ansiedade de voar e aterrar. Não sou fã de aviões, muito menos de escalas, mas foi assim que já fiquei a conhecer alguns dos aeroportos mais cómodos (e incómodos) da Europa (da Europa, porque aventuras para lá do Atlântico estão a aguardar pela altura certa para acontecer). Pisei países onde não conheço nada mais que as portas de embarque. Mas a organização de um aeroporto pode dizer muito da apresentação e cultura de uma cidade/país.
Um dos meus preferidos é também dos maiores que conheço, o aeroporto de Munique. Limpo, organizado e super informativo, tem também jornais e cappuccinos gratuitos para quem enfrenta muitas horas de espera. Os jornais são maioritariamente em alemão, mas afinal, é na Alemanha que o aeroporto se situa.

O aeroporto de Bruxelas também me surpreendeu, com playstations da playstation (sim, esta redundância) para os menos pacientes ou que já não sabem como entreter os mais pequeninos.

O aeroporto de Lisboa (tenho que vestir a camisola) não fica muito atrás destes dois. Para quem viaja de metro até ao mesmo, encontra na estação, caricaturas de figuras importantes a dar as boas vindas.

Para viajantes da TAP, por exemplo, ficam a saber que têm direito a uma revista e um jornal para levar a bordo, mediante a apresentação do vosso cartão de embarque. Não vos posso confirmar que o mesmo aconteça noutras companhias aéreas, uma vez que esta é a que utilizo maior parte das vezes.

Já tive várias arrelias com a TAP, mas quem não teve com outras companhias aéreas também? No entanto, uma das coisas que aprecio na TAP é o uso de produtos nacionais: a manteiga mimosa ou o sumo compal são alguns desses exemplos.

Quando aterrei já tinha o meu taxi à espera, o que os meus colegas chamaram para mim. Em Budapest como em qualquer outra cidade é necessário ter as devidas precauções com as burlas. A companhia taxi4 é uma das quais fui recomendada como fidedigna. Outra alternativa em conta é o airport shuttle. A única desvantagem aqui é poder ter que esperar por mais que um pick-up, ficando tempo extra no aeroporto.

Houve ali um entrave na comunicação, ele apenas falava húngaro. Nos primeiros minutos de viagem fomos em silêncio, mas aquilo incomodava-me…afinal ainda tinha uns bons 30 minutos pela frente. Perguntei se não havia música, ao qual respondeu com um sorriso, colocando um cd a tocar e procurando a melhor faixa para me agradar. Por fim, parou na Locomotion vendo qual seria a minha reacção. Sorri, levantando o polegar. Se há melhor maneira de comunicar que esta? Já o meu amigo NBC dizia:

“Se a música nos une, nada nos separa”

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s