Back to Budapest

Okay! Vacation is over, but let me tell you how amazing this week was in Budapest. Three trains and six more hours, I was back again to Keleti, just in time to meet Zsofi for a dinner with girls’ talk. Readily we move to the Buda side of the city, where a concert in A38 was waiting for us at 8pm.Here, the nightlife starts early. The opposite from Portugal so. The band was Indie Maffia, a Hungarian group with Jamaica sounds. I leave here one of their video clips, with some images from Budapest, for you to fall in love with it, a little bit more.

Next day, and after a lazy morning, we did our own brunch with local products that we found in the market and left home to take a walk after the Portuguese visits arrive at the city.

We had a proper presentation to the Jewish neighborhood, which is so interesting during the day as during the night and I can say that either at the dawn or at the dusk, you can find different details. Which bar here open, has its own character and all together make this zone very charismatic. 


We went to the sidewalk along the river and from there took a tram to the Buda side. Here the tickets can be purchased next to the metro stations and can be used for all public transports: metro, buses, and trams; and cost 350 forints, around 1,10 euros.

Zsofi took us to Kopaszi Gát, or as we can say, Kopaszi bay, close to Rakoczi bridge. A magnificent sunset was already waiting for us here, in a park that inspires tranquility.

After the sun comes down, we decided to come walking back home. It is about 30 minutes, but Budapest is so flat that it was worth it. And there’s no better way to know a city! On our way, we found divine university buildings or just regular apartments. The architecture of this capital city is without doubts, one of the reasons why I like so much to come here, that leaves me all the time fascinated and with my mouth open.

In front of Elizabeth bridge we found Hotel Gellert and it’s thermal bath. This is the oldest in the city, even though the most famous one is Szechényi.

I also found on the way, a graffiti on the floor saying “I bike Budapest”. Even though I haven’t ridden any, Budapest is one of the best European cities to ride a bike, especially on Pest side, the flat side of the city. I bike Budapest is a specialized company that does tours or just rent bikes around Budapest.

Stay tuned for the next days.

Enjoy your journeys,
Beatrice.


Okay! As férias já acabaram mas deixem-me que vos conte como foi esta fantástica semana em Budapeste. Três comboios e seis horas mais, voltei a Keleti, mesmo a tempo de encontrar a Zsofi para um jantar acompanhado de “girls’ talk”. Prontamente seguimos para o lado Buda da cidade, onde um concerto no A38 nos esperava às 20h. Aqui oseventos nocturnos começam cedo. O oposto de Portugal portanto. A banda, chamada Indie Maffia, é um grupo húngaro com sonoridades da Jamaica. Deixo-vos um videoclip, com imagens de Budapeste para se apaixonarem um pouco mais pela cidade.

No dia seguinte e depois de uma manhã de preguiça, fizemos o nosso próprio brunch (breakfast+lunch) com produtos que comprámos no mercado e saímos para passear um pouco, após visitas portuguesas terem chegado à cidade.

Tivemos uma devida apresentação ao bairro judaico, que é tão interessante de dia quanto de noite e posso dizer que tanto ao amanhacer como ao anoitecer, se encontra pormenores diferentes. Cada bar aqui aberto, tem o seu próprio carácter e todos juntos, tornam esta zona muito carismática.

Fomos ao encontro do rio e daí partimos para o lado Buda da cidade, num eléctrico. Aqui os bilhetes podem ser adquiridos próximos das estações de metro e servem para todos os transportes: metro, autocarros e eléctricos; e custam 350 forins, aproximadamente 1,10 euros.

A Zsofi levou-nos até Kopaszi Gát, ou como quem diz, a baía de Kopaszi, perto da ponte Rakoczi. Aqui, um magnífico pôr do sol já nos esperava num parque que inspira tranquilidade.

Quando o sol se pôs, decidimos caminhar de volta a casa. São cerca de 30 minutos a pé, mas Budapeste é tão plana que não custou nada. E não há melhor maneira de se conhecer uma cidade! Pelo caminho encontrámos edifícios de universidades ou apenas apartamentos divinais. A arquitectura desta capital é sem dúvida uma das razões pelas quais tanto gosto de cá vir, que me deixa sempre fascinada e boquiaberta.

Frente à ponte Elizabete encontrámos o Hotel Gellert e o seu respectivo banho termal. Este é o mais antigo da cidade, embora o mais famoso seja o de Szechényi.

Pelo caminho, também encontrei um graffiti no chão que dizia “I bike Budapest”. Apesar de não ter pedalado, Budapest é uma das melhores cidades Europeias para andar de bicicleta, especialmente o lado Peste, que é mais plano. I bike Budapest é uma empresa especializada de tours pela cidade ou apenas aluguer de bicicletas.

Fiquem atentos aos próximos dias.

Boas aventuras,

Beatrice.

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