Port: Budapest

Budapest is the last stop of the guests who are with us for only a week on the Danube, one more stop for those who continue the cruise and the first stop of who comes for a 15-day trip to Amsterdam. We leave the Balkans and enter in central Europe.

Buda with its therapeutic side and the best spa I have ever visited until today is separated by the Danube River, from Pest side, where the historic city center is.

I’d been already here in 2011, visiting a friend who was in Erasmus and I’ve to confess, is one of my favorite European cities.

This visit was anything but tourist and I ended up having a tour guide, not local, but that already had explored the city a few months in advance.

In Budapest, there is a mix of alternative and traditional. The architecture draws attention to anyone and our chins will be up every time we cross the streets while marveling at all the details of the buildings around. My winner is the Parliament, which leaves me flabbergasted, every time I stop here.

6. parlamento

The alternative side of the city belongs to the bars, cafes, restaurants and shops, each one more original than the last. Bicycles to decorate the ceilings, bathtubs serving banks, vans that are tables for dinner… the imagination never ends. In future reports, I will share more photos of the visits I made to few spaces.

I always like to visit one or two food & beverage place. It’s not necessary to be touristic but needs to show me something typical of the city, both for its design and decoration or for its specialties. Unfortunately, the only thing I ate typically Hungarian were some sausages, very similar to our “sausages with cabbage Lombarda“, but let me tell you that, no one comes out from Hungary without experiencing Palinka. Pay attention: is strong!

After Palinka, don’t be fooled in the accountancy, because 1 euro is 318 forints and even without alcohol the conversion is not easy to do.

In Budapest, I must meet Zsofi, a Hungarian friend who I met in Lisbon while working in a hostel. She shows me always something different from this city whenever I come here and it’s so nice to be with her.

Usually, when I come to Budapest, I use the tram as public transport, but this city is too flat to waste a good walk.

Do not miss: the illumination of monuments at night. The view from the castle is wonderful! From the boat, I have this fantastic view!

Enjoy your journeys,

Beatrice.


Budapeste é a última paragem dos hóspedes que nos acompanham por uma semana no Danúbio, mais uma paragem para quem continua o cruzeiro e a primeira de quem começa uma viagem de 15 dias até Amsterdão. Saímos dos países Balcãs e entramos na Europa central.

Buda com seu lado terapêutico e as melhores termas que já visitei até hoje, é separada pelo rio Danúbio do lado Peste, onde se encontra o centro histórico da cidade.

Já aqui tinha estado em 2011, em visita a uma amiga que fazia Erasmus e confesso ser uma das minhas cidades europeias preferidas.

Essa visita foi tudo menos turística e acabei por ter uma guia, não local, mas que já tinha explorado a cidade com alguns meses de avanço.

Em Budapeste há uma mistura entre o alternativo e o tradicional. A arquitectura chama a atenção a qualquer um e as cabeças vão andar sempre erguidas, enquanto maravilhadas com todos os pormenores das construções ao redor. O meu vencedor é o Parlamento, que me deixa de queixo caído, todas as vezes que aqui paro.

O lado alternativo da cidade pertence aos bares, cafés, restaurantes e lojas, cada um mais original que o anterior. Bicicletas a decorar os tectos, banheiras que servem de bancos, carrinhas que são mesas para jantar…a imaginação é muita. Em relatos futuros, partilharei mais fotografias das visitas que fiz a alguns espaços.

Gosto sempre de visitar um ou outro local de restauração. Não precisa de ser turístico, mas sim um que me mostre algo típico da cidade, seja pelo seu design e decoração, ou pelas suas especialidades. Infelizmente, a única coisa tipicamente húngara que comi foram umas salsichas, muito semelhantes às nossas “salsichas com couve lombarda”, mas tenho-vos a dizer que ninguém sai da Hungria sem experimentar Palinka. Atenção, é forte!

Depois da Palinka, não se deixem enganar nas contas, que 1 euro equivale a 318 forins e já sem álcool as contas não são fáceis de se fazer.

Em Budapeste faço questão de me encontrar com a Zsofi, uma amiga húngara que conheci em Lisboa, enquanto trabalhava num hostel. A Zsofi dá-me a conhecer algo diferente desta cidade, sempre que cá venho e é tão agradável estar com ela.

Normalmente, quando venho a Budapeste, uso os eléctricos como meio de transporte, mas esta é uma cidade demasiado plana para se desperdiçar um passeio a pé.

A não perder: a iluminação dos monumentos à noite. A vista do Castelo é maravilhosa! Do barco, tenho esta vista fantástica!

One thought on “Port: Budapest

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